ABSTRATO

Hoje estamos evidenciando uma quantidade enorme de informações e dados desorganizados, existe uma indústria de Tecnologia da Informação tentando abrir uma janela econômica a frente um dos outros. A concorrência alavanca os negócios ainda que de forma amadora considerando o mercado único Global.

A forma de comercializar conservadora, está sendo aposentada, pelos confortáveis sites de e-commerce, em paralelo uma reengenharia ao novo sistema de logística em tempo real – uma ação leva as outras multidisciplinares, que neste cenário, “a última milha”, sequer, é lembrada.

Consideremos que gerações a nascer, sequer, estarão prontas para receber a entrega digital, que neste momento, da os seus primeiros passos de forma de usabilidade universal.

INTRODUÇÃO

As necessidades mercadológicas do ser humano na última milha são evidentes. Abandonadas pela presença física das grandes plataformas que buscam os resultados econômicos positivos, dentro da confortável e única ação virtual, frente aos seus ativos digitais.

O mercado divide-se em três partes: desenvolvidos, subdesenvolvidos e nativos. Os desenvolvidos sequer deram a largada na aplicabilidade do conhecimento cibernético. Os subdesenvolvidos sequer tem uma infraestrutura considerando a disponibilidade do conhecimento humano atual, e os nativos, sequer 51% da população foram alfabetizados.  

*Segundo Alvin Toffler (reconhecido pensador da atualidade), cita: o analfabeto do século XXI, será aquele, que sabe ler e escrever, mas não quer aprender para desaprender para reaprender de forma correta. Já o Steven Pinker cita: o iluminismo venceu a partir da racionalidade humana, que surpreende a todos instantes.

A criptomoeda, talvez seja o maior invento desta década. Satoshi criou a Bitcoin que quebrou todo o conservadorismo econômico, viabilizou o e-commerce e libertou o capitalismo popular reprimido.

Pior que um ativo tóxico é um ativo preso, sem circulação, ao libertar-se estes ativos guardados sem honra, destes conceitos éticos ultrapassados, o ser humano tem a oportunidade de empreender, de prosperar.

MERCADO
O mercado da ultima milha é imenso e inexplorado. O projeto Seven Ports desenvolveu um sistema que denominou de PORTOS DIGITAIS – um novo olhar conceitual que considerou três aspectos: virtual, logístico e físico. O e-commerce precisa das ações virtuais assim como entregar produtos e serviços, e ainda dar suporte físico na última milha. Precisamos aceitar o jogo do mercado, a cada dia, se materializa a partir do catalizador sem fronteira denominado de criptográficos ou criptomoedas. Enfim todos podem emitir moedas privadas e somente as que tenham o lastro da eficiência e objetividade sobreviverão.
A Seven Ports não pode estar na vanguarda, sem a sua própria moeda “7coin”, uma vez no mercado viabilizaremos uma cesta de produtos e serviços ofertados pelas 16 subsidiarias da holding, Seven Ports a ser criadas. Estas ações serão determinadas por uma plataforma Global de Prospecção do Conhecimento, atendendo a todas as necessidades digitais, hoje identificada como demanda reprimida digital.
FINAL
Lançaremos 7.000.000 de 7coin (nossa criptomoeda finita), e investiremos de forma global na operacionalidade do sistema Seven Ports e recompraremos estas para a queima, com os 33% dos resultados positivos, , à medida que estes forem encontrados em nossos balanços anuais.

Solano Gomes
CEO